// features

As funcionalidades de monitorização de sites, uma a uma.

A De Olho é monitorização de sites para quem responde por sites de clientes. Esta página é o índice do que a ferramenta faz — do pedido HTTP ao minuto ao relatório que se envia ao cliente. Cada feature tem a sua página, com o que faz, o que não faz, e uma etiqueta a dizer se já funciona, se vem no lançamento ou se fica para depois.

Vale a pena começar pelo estado, porque é o que distingue esta lista de um catálogo. A De Olho ainda não abriu: o lançamento está previsto para 2026 e quase tudo o que se segue está escrito no futuro. As duas excepções são as ferramentas gratuitas — Está em baixo, ou és só tu? e o verificador de certificado SSL — que funcionam hoje, sem conta e sem custo.

As oito features do lançamento estão organizadas pelas três perguntas a que uma ferramenta de monitorização tem de responder: saber que caiu, avisar quem tem de saber e provar o que aconteceu. A maior parte das comparações entre ferramentas trata a primeira como se fosse a difícil. É a mais fácil das três.

// o que fica para depois

E o que não vem no lançamento.

Estas três não fazem parte do lançamento e não têm data. Têm página própria porque a pergunta é legítima e porque a resposta honesta — o que vai ser, e o que dá para fazer entretanto — vale mais do que não haver página nenhuma. Se alguma delas for requisito para ti, o momento de saber é agora.

// limites

E o que não vamos fazer de todo.

Uma lista de funcionalidades de monitorização só diz metade. Estas são as decisões que já tomámos ao contrário — dizê-las agora poupa-te tempo se o que precisas for outra coisa.

  • Não vamos cobrar por canal de alerta

    Todos os canais em todos os planos, incluindo no gratuito. Cobrar pelo caminho por onde a má notícia chega é cobrar pelo momento em que o cliente está a ter um problema.

  • Não vamos apagar o teu histórico

    Não há plano pago em que os dados desapareçam ao fim de 30 dias. São poucos megabytes por site, e é o registo antigo que vale no dia em que alguém pergunta pelo trimestre passado.

  • Não vamos ser uma plataforma de observabilidade

    Sem APM, sem logs, sem traces, sem monitorização de utilizadores reais. Isso é outro produto, resolvido por gente com muito mais equipa do que nós.

  • Não vamos pedir cartão para experimentar

    O plano gratuito vai ser gratuito sem pedir dados de pagamento — nem para "verificar a identidade". Se um dia for preciso pagar, dizemos antes de haver o que quer que seja a cobrar.

// para quem

Nada disto é para uma equipa de infraestrutura.

Quase todas as ferramentas de monitorização de sites foram desenhadas para uma equipa olhar para um sistema com muitos componentes. Quem gere sites de clientes tem o problema ao contrário: muitos sistemas independentes, cada um com o seu alojamento, o seu CMS e o seu contacto do lado de lá.

Isso muda o que a vista principal tem de responder — não é "que parte do sistema está mal", é "de quem é o site que está mal e o que é que eu digo a essa pessoa". Muda também o que se cobra: o preço vai ser por site vigiado e não por utilizador, porque cobrar por pessoa penaliza justamente as equipas em que mais do que uma pessoa sabe o que se passa.

Se quiseres ver isto pelo teu lado da mesa, há uma página por segmento em soluções — de agências e freelancers a lojas online e clínicas. E se estiveres a comparar com o que já usas, as comparações têm os números de cada ferramenta confirmados na fonte, com a data em que os verificámos.

Nada disto existe ainda. O aviso, esse, é certo.

Um email quando a De Olho abrir, com acesso antecipado e o preço de lançamento mantido enquanto a subscrição durar. Nada mais.