// features
As funcionalidades de monitorização de sites, uma a uma.
A De Olho é monitorização de sites para quem responde por sites de clientes. Esta página é o índice do que a ferramenta faz — do pedido HTTP ao minuto ao relatório que se envia ao cliente. Cada feature tem a sua página, com o que faz, o que não faz, e uma etiqueta a dizer se já funciona, se vem no lançamento ou se fica para depois.
Vale a pena começar pelo estado, porque é o que distingue esta lista de um catálogo. A De Olho ainda não abriu: o lançamento está previsto para 2026 e quase tudo o que se segue está escrito no futuro. As duas excepções são as ferramentas gratuitas — Está em baixo, ou és só tu? e o verificador de certificado SSL — que funcionam hoje, sem conta e sem custo.
As oito features do lançamento estão organizadas pelas três perguntas a que uma ferramenta de monitorização tem de responder: saber que caiu, avisar quem tem de saber e provar o que aconteceu. A maior parte das comparações entre ferramentas trata a primeira como se fosse a difícil. É a mais fácil das três.
// vigilância
Saber que caiu, antes do telefonema.
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Verificação ao minuto
Um pedido HTTP todos os minutos, em vez dos cinco em cinco das ferramentas gratuitas.
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Confirmação antes do alerta
Uma segunda tentativa antes de disparar. É o que impede o telemóvel de tocar por nada.
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Verificação a partir de Portugal
Um servidor em Portugal a fazer o pedido — a mesma rota que os teus visitantes fazem.
// aviso
O alerta chega onde já estás.
Sem taxa por canal e sem obrigar a instalar mais uma aplicação no telemóvel.
// prova
O histórico que consegues mostrar.
A parte que quase toda a gente corta ao fim de trinta dias, e que é exactamente a que precisas quando alguém pergunta.
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Histórico que não expira
Uptime, latência e incidentes desde o primeiro dia de vigilância — sem retenção por escalões.
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Relatório por cliente
A disponibilidade do período numa página pronta a enviar, sem percentis nem gráficos com legenda.
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Vários sites numa vista
Tudo o que geres numa lista ordenada pelo que está pior neste momento — não por ordem alfabética.
// o que fica para depois
E o que não vem no lançamento.
Estas três não fazem parte do lançamento e não têm data. Têm página própria porque a pergunta é legítima e porque a resposta honesta — o que vai ser, e o que dá para fazer entretanto — vale mais do que não haver página nenhuma. Se alguma delas for requisito para ti, o momento de saber é agora.
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Página de estado pública
Em breveO endereço onde o cliente confirma sozinho que o site está de pé. Ainda não está disponível.
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Relatórios white-label
Em breveA tua marca no que o cliente recebe, sem menção à De Olho. Ainda não está disponível por completo.
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Monitorização de cron jobs
Em breveAvisar quando uma tarefa agendada deixa de correr. Ainda não está disponível.
// limites
E o que não vamos fazer de todo.
Uma lista de funcionalidades de monitorização só diz metade. Estas são as decisões que já tomámos ao contrário — dizê-las agora poupa-te tempo se o que precisas for outra coisa.
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Não vamos cobrar por canal de alerta
Todos os canais em todos os planos, incluindo no gratuito. Cobrar pelo caminho por onde a má notícia chega é cobrar pelo momento em que o cliente está a ter um problema.
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Não vamos apagar o teu histórico
Não há plano pago em que os dados desapareçam ao fim de 30 dias. São poucos megabytes por site, e é o registo antigo que vale no dia em que alguém pergunta pelo trimestre passado.
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Não vamos ser uma plataforma de observabilidade
Sem APM, sem logs, sem traces, sem monitorização de utilizadores reais. Isso é outro produto, resolvido por gente com muito mais equipa do que nós.
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Não vamos pedir cartão para experimentar
O plano gratuito vai ser gratuito sem pedir dados de pagamento — nem para "verificar a identidade". Se um dia for preciso pagar, dizemos antes de haver o que quer que seja a cobrar.
// para quem
Nada disto é para uma equipa de infraestrutura.
Quase todas as ferramentas de monitorização de sites foram desenhadas para uma equipa olhar para um sistema com muitos componentes. Quem gere sites de clientes tem o problema ao contrário: muitos sistemas independentes, cada um com o seu alojamento, o seu CMS e o seu contacto do lado de lá.
Isso muda o que a vista principal tem de responder — não é "que parte do sistema está mal", é "de quem é o site que está mal e o que é que eu digo a essa pessoa". Muda também o que se cobra: o preço vai ser por site vigiado e não por utilizador, porque cobrar por pessoa penaliza justamente as equipas em que mais do que uma pessoa sabe o que se passa.
Se quiseres ver isto pelo teu lado da mesa, há uma página por segmento em soluções — de agências e freelancers a lojas online e clínicas. E se estiveres a comparar com o que já usas, as comparações têm os números de cada ferramenta confirmados na fonte, com a data em que os verificámos.
Nada disto existe ainda. O aviso, esse, é certo.
Um email quando a De Olho abrir, com acesso antecipado e o preço de lançamento mantido enquanto a subscrição durar. Nada mais.