PMEs

Não tens informático, e o site é a montra. Monitorização de sites para PMEs, sem palavreado.

Numa PME o site foi feito por alguém de fora, está alojado algures e ninguém dentro da empresa olha para ele todos os dias. Até deixar de funcionar.

A empresa tem vinte pessoas, nenhuma delas responsável por informática. O site institucional foi feito há três anos por uma agência ou por um conhecido, e desde então funciona sozinho — que é exactamente o que se espera dele.

O problema aparece no dia em que deixa de funcionar. Ninguém repara, porque ninguém dentro da empresa tem motivo para ir lá. Os clientes reparam, e alguns simplesmente vão a outro lado sem dizer nada. A falha só se torna visível quando alguém telefona — e nessa altura já dura há horas ou dias.

// o que dói hoje

Onde é que isto costuma correr mal.

  • Ninguém dentro da empresa dá pela falha

    Toda a gente assume que o site está bom porque não há razão para pensar o contrário. A ausência de notícias não é notícia boa: é ausência de vigilância.

  • Quem fez o site já não responde

    Passados uns anos, o contacto mudou de empresa ou deixou de fazer manutenção. Quando é preciso, não há a quem ligar — e ainda por cima não se sabe onde o site está alojado.

  • Não sabem se o problema é do site ou da rede

    Um funcionário diz que não abre, outro diz que abre. Sem uma verificação feita de fora, a discussão não tem forma de acabar.

// o que muda

Monitorização de sites para PMEs, na prática.

O produto abre em 2026, por isso o que se segue está escrito no futuro. A ferramenta gratuita, essa, já funciona hoje.

  • Um email quando o site deixa de responder, sem depender de alguém reparar.
  • A verificação é feita de fora da empresa, portanto distingue "o site caiu" de "a nossa rede tem problema".
  • A ferramenta gratuita resolve a dúvida do momento sem sequer criar conta.
  • Não é preciso perceber nada de servidores para montar isto: cola-se o endereço.

// limites

O que isto não vai fazer por ti.

Vale mais dizer agora do que depois de te inscreveres.

  • Não é observabilidade. Sem APM, sem logs, sem traces. Se o que precisas é perceber porque é que um pedido demorou três segundos, é outro produto e outra equipa — as features dizem exactamente onde paramos.
  • Não adivinha a causa. Dizemos-te que caiu, a que horas caiu e o que o servidor respondeu. O porquê continua a ser trabalho teu.
  • Verifica de um sítio só. Enquanto houver um servidor, verificamos de Portugal e dizemos isso, em vez de prometer pontos de observação pelo mundo fora.
  • Ainda não tem preço fechado. O que já está decidido está em preços, e o que não está não vamos inventar. Se estás a comparar hoje, as alternativas têm os números de cada uma.

// perguntas

O que nos perguntam sobre este caso.

Isto é complicado de montar?

Escrever o endereço do site e um email para os avisos. Não há software para instalar em computador nenhum da empresa.

Quem recebe os avisos?

O endereço que indicares — pode ser o teu, o de geral@ ou o de quem faz a manutenção do site. E podem ser vários.

E se não soubermos resolver o problema?

A mensagem inclui o código de estado e a hora exacta em que começou. É precisamente a informação que quem aloja o site vai pedir, e reencaminhá-la poupa uma troca de emails inteira.

Só queremos saber se está em baixo agora.

Então usa o "Está em baixo, ou és só tu?". É gratuito, não precisa de conta e responde em segundos.

Avisamos-te quando abrirmos.

Um email quando estiver pronta, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.