Um plugin actualiza-se sozinho e leva o site com ele. Monitorização de sites para WordPress, sem palavreado.
As actualizações automáticas resolveram um problema de segurança e criaram outro de disponibilidade: o site pode partir-se de madrugada sem ninguém ter tocado em nada.
Um WordPress típico tem entre quinze e trinta plugins, de autores diferentes, a actualizarem-se em horários diferentes. Basta uma incompatibilidade entre dois deles, ou com a versão do PHP do alojamento, para o site devolver um erro fatal.
E o modo como falha é traiçoeiro: o servidor continua de pé e continua a responder. Devolve 500 com uma página em branco, ou o famoso "erro crítico neste site". Há ferramentas de monitorização que contam isso como estando online, porque houve resposta.
// o que dói hoje
Onde é que isto costuma correr mal.
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O erro 500 não é lido como falha
Ferramentas que só verificam se o servidor responde dão o site como bom enquanto os visitantes vêem uma página em branco.
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Acontece de madrugada
As actualizações automáticas correm quando há menos tráfego, que é também quando não há ninguém a olhar. O site fica partido durante horas.
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Não se sabe qual foi a actualização
Sem a hora exacta em que o site partiu, encontrar o plugin responsável é tentativa e erro sobre uma lista de trinta.
// o que muda
Monitorização de sites para WordPress, na prática.
O produto abre em 2026, por isso o que se segue está escrito no futuro. A ferramenta gratuita, essa, já funciona hoje.
- Um erro 500 é tratado como falha, e não como "o servidor respondeu".
- A falha é detectada ao minuto, mesmo às quatro da manhã.
- O registo tem a hora exacta — e essa hora costuma bastar para identificar a actualização culpada.
- Sem plugin para instalar: nada que ocupe recursos do site ou que se possa partir também.
// limites
O que isto não vai fazer por ti.
Vale mais dizer agora do que depois de te inscreveres.
- Não é observabilidade. Sem APM, sem logs, sem traces. Se o que precisas é perceber porque é que um pedido demorou três segundos, é outro produto e outra equipa — as features dizem exactamente onde paramos.
- Não adivinha a causa. Dizemos-te que caiu, a que horas caiu e o que o servidor respondeu. O porquê continua a ser trabalho teu.
- Verifica de um sítio só. Enquanto houver um servidor, verificamos de Portugal e dizemos isso, em vez de prometer pontos de observação pelo mundo fora.
- Ainda não tem preço fechado. O que já está decidido está em preços, e o que não está não vamos inventar. Se estás a comparar hoje, as alternativas têm os números de cada uma.
// perguntas
O que nos perguntam sobre este caso.
Preciso de instalar um plugin?
Não, e é de propósito. Um plugin dentro do site morre com o site. A verificação é feita de fora, como um visitante.
Detecta o "erro crítico neste site"?
Sim. Esse ecrã é servido com um código 500, e nós tratamos 500 como falha em vez de o contar como resposta válida.
Dá para vigiar o wp-admin?
Vai dar para vigiar páginas específicas além da inicial. O wp-admin, no entanto, responde com um redirect para o login mesmo quando está tudo bem — a página de entrada costuma ser um indicador melhor.
E se o site ficar lento em vez de cair?
A latência fica registada em cada verificação, portanto vê-se a degradação a acontecer antes de virar falha. É o padrão típico de uma base de dados a encher-se.
// casos próximos
Se calhar também te encaixas aqui.
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Freelancers e devs
Entregaste uma dúzia de sites nos últimos anos. Nenhum deles é teu, mas quando algum cai o telefone que toca é o teu — e normalmente é o cliente a avisar-te.
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Agências
Quando a carteira passa de dez sites, o problema deixa de ser detectar a falha e passa a ser saber qual é o site, quem é o cliente e quem está de serviço.
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Lojas online
Numa loja, a diferença entre saber ao minuto e saber ao fim de cinco é dinheiro. E não é só a página inicial que interessa.
Avisamos-te quando abrirmos.
Um email quando estiver pronta, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.