Página de estado pública

Em breve

A pergunta que o cliente faz antes de te ligar.

Uma página de estado é o URL onde qualquer pessoa vê se um serviço está a funcionar, sem perguntar a ninguém. Não faz parte do lançamento da De Olho, e esta página explica porquê.

Isto ainda não existe. Não faz parte do lançamento da De Olho e não tem data. A página está aqui porque a pergunta é legítima e a resposta honesta — o que vai ser, e o que dá para fazer entretanto — vale mais do que não haver página nenhuma.

Durante uma falha, o trabalho não é resolver a falha. É resolver a falha enquanto três pessoas perguntam se já está resolvida. Cada uma delas custa uma resposta, e cada resposta é tempo tirado ao problema.

Uma página de estado é a peça que corta essa conversa pela raiz: um endereço fixo, com o estado actual e o histórico dos últimos incidentes, que quem pergunta pode abrir sozinho. Deixa de haver intermediário entre a dúvida e a resposta.

Vale ainda outra coisa, menos óbvia: publicar as falhas em vez de as esconder muda a leitura que o cliente faz delas. Um incidente escrito, datado e fechado parece controlo. O mesmo incidente contado ao telefone parece uma desculpa.

// como vai funcionar

O que a De Olho vai fazer com isto.

Está tudo no futuro e sem data — isto fica para depois do lançamento. Nada nesta página dá para usar hoje.

  • Ainda não funciona — e é isso que está escrito

    As páginas de estado não entram no lançamento da De Olho. É a peça em que várias ferramentas concorrentes estão à nossa frente, e dizê-lo custa menos do que descobrires depois de já teres migrado.

  • O que vai ser, quando for

    Um endereço por cliente, com o estado actual de cada site que lhe pertence, os incidentes abertos e o histórico dos últimos meses. Ligado ao mesmo motor de verificação, sem nada para actualizar à mão.

  • Domínio próprio, ou não vale a pena

    Uma página de estado no domínio do fornecedor passa uma mensagem diferente de uma em estado.ocliente.pt. Se não der para apontar um domínio, a feature está meia feita — e sai meia feita.

  • O que existe hoje e resolve parte disto

    As páginas /esta-em-baixo/<serviço> são páginas de estado de serviços portugueses grandes, a funcionar agora. Não substituem uma página de estado do teu cliente, mas mostram exactamente o formato.

// limites

E o que isto não vai fazer.

Dizê-lo agora poupa-te tempo se o que precisas for outra coisa.

  • Não está disponível e não tem data. Se for requisito para ti, a De Olho não é a escolha certa hoje — e o momento de saber isso é agora, não depois de configurares vinte sites.
  • Uma página de estado alojada por nós fica em baixo se nós ficarmos em baixo. É a limitação de qualquer página de estado que não esteja noutra infraestrutura, e nenhuma ferramenta a resolve completamente.
  • Não vai ter actualizações escritas à mão durante um incidente no primeiro momento. Estado automático sim; comunicado de incidente redigido por uma pessoa é outro produto dentro do mesmo produto.

// perguntas

O que nos perguntam sobre isto.

Posso ter uma página de estado hoje, com outra coisa?

Podes. Há ferramentas dedicadas a isso e algumas têm plano gratuito. Se a página de estado é o teu requisito principal, escolhe por ela — não vale a pena esperar por nós.

Porque é que não entra no lançamento?

Porque exige coisas que a monitorização não exige: domínios de clientes, alojamento separado do painel, e uma decisão sobre o que se mostra publicamente quando uma falha é do lado do cliente. Fazer isso mal é pior do que não fazer.

O relatório por cliente não resolve o mesmo?

Resolve outra conversa. O relatório é de um período fechado e enviado por ti; a página de estado é ao vivo e aberta por quem quiser. Uma responde a "o que aconteceu no mês passado", a outra a "está em baixo agora?".

Avisamos-te quando abrirmos.

Um email quando o produto estiver pronto, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.