SaaS e startups

Os teus clientes assinaram um SLA. Alguém tem de o conseguir provar. Monitorização de sites para SaaS, sem palavreado.

Num SaaS, a disponibilidade não é uma preocupação de marketing — é uma cláusula contratual, e quem a lê sabe exactamente o que está a exigir.

Um produto SaaS falha por partes. A aplicação carrega mas a API devolve 500; o login funciona mas o webhook de pagamentos deixou de responder. Cada um destes é um caminho independente e nenhum deles se detecta a olhar para a página de marketing.

E depois há a questão da prova. Quando um cliente escreve a dizer que esteve em baixo na terça-feira, a resposta tem de ser um registo e não uma opinião. Ferramentas que apagam o histórico ao fim de trinta dias falham exactamente no caso em que mais precisas delas: a discussão sobre o trimestre passado.

// o que dói hoje

Onde é que isto costuma correr mal.

  • A app está de pé e a API não

    São processos diferentes, muitas vezes em máquinas diferentes. Vigiar a landing page não diz rigorosamente nada sobre o serviço.

  • O SLA precisa de prova independente

    Uma percentagem calculada a partir dos teus próprios logs é sempre discutível. Um registo externo não é.

  • Os clientes descobrem antes de ti

    Num produto técnico, os utilizadores estão a olhar para os erros. Receber o relato antes do alerta é uma má primeira impressão que se repete.

// o que muda

Monitorização de sites para SaaS, na prática.

O produto abre em 2026, por isso o que se segue está escrito no futuro. A ferramenta gratuita, essa, já funciona hoje.

  • Endpoints de API vigiados como verificações próprias, além da aplicação.
  • Verificação a cada minuto, com confirmação antes do alerta para não gastares atenção com ruído.
  • Histórico desde o primeiro dia, que serve de registo independente para conversas de SLA.
  • Webhook de saída, para ligares os alertas ao que já tens montado.

// limites

O que isto não vai fazer por ti.

Vale mais dizer agora do que depois de te inscreveres.

  • Não é observabilidade. Sem APM, sem logs, sem traces. Se o que precisas é perceber porque é que um pedido demorou três segundos, é outro produto e outra equipa — as features dizem exactamente onde paramos.
  • Não adivinha a causa. Dizemos-te que caiu, a que horas caiu e o que o servidor respondeu. O porquê continua a ser trabalho teu.
  • Verifica de um sítio só. Enquanto houver um servidor, verificamos de Portugal e dizemos isso, em vez de prometer pontos de observação pelo mundo fora.
  • Ainda não tem preço fechado. O que já está decidido está em preços, e o que não está não vamos inventar. Se estás a comparar hoje, as alternativas têm os números de cada uma.

// perguntas

O que nos perguntam sobre este caso.

Dá para vigiar endpoints de API e não só páginas?

Dá. Um endpoint que responde JSON é verificado como qualquer outro endereço, e o código de estado tem a mesma leitura.

Consigo verificar endpoints que exigem autenticação?

A intenção é suportar cabeçalhos personalizados, para poderes usar um token de leitura. Não é o que existe hoje na ferramenta gratuita.

Isto substitui um APM?

Não, e não vai substituir. São perguntas diferentes: o APM diz-te porque está lento por dentro, isto diz-te se está de pé visto de fora. Convém ter as duas, mas só a segunda é que o teu cliente consegue verificar.

O histórico serve para relatórios de SLA?

É para isso que não expira. Uma medição externa e contínua é o tipo de registo que aguenta uma conversa contratual.

Avisamos-te quando abrirmos.

Um email quando estiver pronta, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.