Medir de onde os teus visitantes estão.
Quase todas as ferramentas de monitorização verificam a partir dos Estados Unidos ou do centro da Europa. Para um site português, isso responde a uma pergunta ligeiramente diferente da tua.
Um site não está simplesmente "de pé" ou "em baixo". Está acessível a partir de um sítio e talvez não a partir de outro. Entre o visitante e o servidor há operadoras, pontos de troca de tráfego e às vezes um CDN a decidir de que ponto responde — e qualquer um deles pode falhar sozinho.
Se a ferramenta verifica a partir de Ashburn e os teus clientes estão em Braga, ela está a testar um caminho que nenhum deles percorre. Na maior parte dos dias dá o mesmo resultado. Nos dias em que não dá, é precisamente o dia em que precisavas de saber.
Também há o inverso, e é o mais comum: um CDN mal configurado que serve bem o tráfego americano e devolve erros na Europa. Verificado de fora, está tudo bem.
// como vai funcionar
O que a De Olho vai fazer com isto.
Está tudo no futuro porque é aí que está: a De Olho abre em 2026. A excepção está na caixa mais abaixo — essa parte já funciona hoje.
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O pedido sai de um servidor em Portugal
A mesma rota, as mesmas operadoras e os mesmos pontos de troca por onde passam os teus visitantes. É a única forma de o tempo de resposta que registamos ter alguma relação com o que eles sentem.
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A latência medida é a latência real
Um site alojado em Lisboa responde em dezenas de milissegundos a partir de cá e em centenas a partir da América do Norte. Comparar a segunda medida contra si própria não é errado — é só uma medida de outra coisa.
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Dizemos de onde verificamos
Enquanto houver um só ponto de verificação, ele fica cá e está escrito em todo o lado. Não vamos falar em "verificação global" com um servidor só, que é o que se costuma fazer.
// limites
E o que isto não vai fazer.
Dizê-lo agora poupa-te tempo se o que precisas for outra coisa.
- Um ponto de verificação é um ponto de falha. Se a nossa ligação tiver problema, vemos falhas que não existem — é a razão de a confirmação antes do alerta ser obrigatória e não uma opção.
- Não conseguimos dizer-te se o site está acessível no Brasil, em Angola ou nos Estados Unidos. Se o teu público é de fora, esta feature não é uma vantagem para ti — é o contrário.
- Vários pontos de verificação estão na lista do que queremos, e não têm data. Não prometemos verificação a partir de vários pontos do mundo enquanto não a tivermos.
// perguntas
O que nos perguntam sobre isto.
Isto interessa se o meu site está alojado no estrangeiro?
Interessa mais, não menos. Se o servidor está na Alemanha e os visitantes em Portugal, a rota entre os dois é exactamente o que pode partir sem que nem o alojamento nem tu deem por isso.
Vão ter verificação a partir de mais sítios?
É a intenção, sem data. Um segundo ponto resolveria a dúvida de "caiu o site ou caiu a rota", que hoje é a maior limitação de verificar de um sítio só.
// a seguir
Isto não funciona sozinho.
Cada uma destas depende das outras — uma verificação rápida sem confirmação é ruído, e um alerta sem histórico não responde a ninguém.
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Verificação ao minuto
Um pedido HTTP todos os minutos, em vez dos cinco em cinco das ferramentas gratuitas.
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Confirmação antes do alerta
Uma segunda tentativa antes de disparar. É o que impede o telemóvel de tocar por nada.
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Histórico que não expira
Uptime, latência e incidentes desde o primeiro dia de vigilância — sem retenção por escalões.
Avisamos-te quando abrirmos.
Um email quando o produto estiver pronto, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.